{"id":2242,"date":"2023-04-25T11:37:31","date_gmt":"2023-04-25T14:37:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mistral.com.br\/beneficios-do-vinho\/?p=2242"},"modified":"2023-04-25T11:37:31","modified_gmt":"2023-04-25T14:37:31","slug":"conhecendo-regioes-de-portugal-e-seus-vinhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.mistral.com.br\/beneficios-do-vinho\/conhecendo-regioes-de-portugal-e-seus-vinhos\/","title":{"rendered":"Conhecendo regi\u00f5es de Portugal e seus vinhos"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-2317 size-full\" src=\"https:\/\/www.mistral.com.br\/beneficios-do-vinho\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/ImagemBlog.1680x500.Aprendendo.4.png\" alt=\"\" width=\"1680\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/blog.mistral.com.br\/beneficios-do-vinho\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/ImagemBlog.1680x500.Aprendendo.4.png 1680w, https:\/\/blog.mistral.com.br\/beneficios-do-vinho\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/ImagemBlog.1680x500.Aprendendo.4-300x89.png 300w, https:\/\/blog.mistral.com.br\/beneficios-do-vinho\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/ImagemBlog.1680x500.Aprendendo.4-1024x305.png 1024w, https:\/\/blog.mistral.com.br\/beneficios-do-vinho\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/ImagemBlog.1680x500.Aprendendo.4-768x229.png 768w, https:\/\/blog.mistral.com.br\/beneficios-do-vinho\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/ImagemBlog.1680x500.Aprendendo.4-1536x457.png 1536w\" sizes=\"(max-width: 1680px) 100vw, 1680px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Embora seja um pa\u00eds pequeno, com apenas 200km de largura e 600 de comprimento, Portugal conta com uma imensa diversidade de regi\u00f5es produtoras de vinho, oferecendo uma grande variedade de estilos de vinhos que vai dos leves Vinhos Verdes aos potentes e encorpados Vinhos do Porto.<\/p>\n<p>Portugal \u00e9 o pa\u00eds com o maior consumo per capita de vinho do mundo. De maneira geral, o clima mar\u00edtimo tem bastante influ\u00eancia do Oceano Atl\u00e2ntico, com ver\u00f5es bastante quentes e invernos frescos e chuvosos.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es ao norte do pa\u00eds s\u00e3o mais frias que as regi\u00f5es do sul, que podem ter climas extremos, com temperaturas que frequentemente beiram os 40C no ver\u00e3o. O clima quente em regi\u00f5es como o Alentejo e o Douro resulta em vinhos encorpados e cheios de generosas notas de frutas maduras.<\/p>\n<p>S\u00e3o vinhos perfeitos para quem gosta dos vinhos do Novo Mundo, mas quer se aventurar entre os cl\u00e1ssicos e tradicionais vinhos do Velho Mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Regi\u00e3o do Douro<\/strong><\/h2>\n<p>A regi\u00e3o do Douro \u00e9 uma das mais belas regi\u00f5es produtoras de vinho de todo o mundo. Demarcada em 1756 pelo Marqu\u00eas de Pombal, \u00e9 uma das primeiras Denomina\u00e7\u00f5es de Origem do mundo.<\/p>\n<p>O nome da regi\u00e3o vem do rio Douro, que des\u00e1gua na cidade do Porto e nasce na Espanha, onde recebe o nome de Duero. A regi\u00e3o \u00e9 o ber\u00e7o do vinho mais famoso de Portugal \u2013 o Vinho do Porto \u2013 mas, recentemente, tem produzido tintos e brancos excepcionais.<\/p>\n<p>H\u00e1 poucos anos a revista norte-americana Wine Spectator classificou um dos grandes tintos do Douro, o Chryseia, como um dos 3 melhores vinhos do mundo. Elaborados com uvas aut\u00f3ctones portuguesas, estes vinhos certamente est\u00e3o entre as melhores compras de todo o mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Paisagem e solo da regi\u00e3o do Douro<\/strong><\/h3>\n<p>A paisagem do Douro \u00e9 formada por impressionantes cadeias de montanhas que acompanham o rio Douro. As encostas s\u00e3o bastante \u00edngremes, com altitudes que v\u00e3o de pouco mais de 100m acima do n\u00edvel do mar at\u00e9 quase 900m.<\/p>\n<p>O solo destas montanhas \u00e9 de Xisto, um tipo de Ard\u00f3sia, cercado de \u00e1reas de solos gran\u00edticos. Como a inclina\u00e7\u00e3o dos vinhedos pode chegar a mais de 60\u00ba, a colheita e a manuten\u00e7\u00e3o dos vinhedos precisam ser feitas, necessariamente, de forma completamente manual.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Divis\u00e3o das zonas da regi\u00e3o Douro e sua import\u00e2ncia<\/strong><\/h3>\n<p>O Douro \u00e9 dividido em tr\u00eas zonas &#8211; de oeste para a fronteira com a Espanha, a leste: Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior. Quanto mais perto da Espanha, mais quente \u00e9 a zona. Combinando essa varia\u00e7\u00e3o de temperatura com diferen\u00e7as de altitude e a orienta\u00e7\u00e3o dos vinhedos, temos uma diversidade enorme de microclimas em uma mesma regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Como Portugal est\u00e1 no hemisf\u00e9rio norte, a face que recebe mais sol \u00e9 a oposta do Brasil, que fica no hemisf\u00e9rio sul. Deste modo, em uma mesma colina, a face sul \u00e9 bem mais quente e exposta ao sol que a face norte que, do lado da sombra, fica protegida do sol.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 particularmente importante em uma regi\u00e3o vin\u00edcola que produz uma variedade t\u00e3o grande de vinhos: a parcela de vinhedo ideal para cultivar uvas para produzir Vinho do Porto difere da ideal para vinhos tintos ou brancos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Caracter\u00edsticas dos vinhos do Douro<\/strong><\/h3>\n<p>Os vinhos do Douro, em sua imensa maioria, s\u00e3o elaborados com uvas locais e com mais de um tipo de uva. Os vinhedos de \u201cVinhas Velhas\u201d, plantados com diversas variedades de uvas misturadas, \u00e9 um dos grandes tesouros do Douro e de Portugal.<\/p>\n<p>Cada tipo de uva contribui com algumas caracter\u00edsticas complementares, que deixam o vinho final complexo e apetitoso. Os vinhos mais tradicionais e celebrados do Douro s\u00e3o os vinhos do Porto. S\u00e3o vinhos encorpados, potentes e adocicados, com uma gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica mais elevada que um vinho comum.<\/p>\n<p>A vinifica\u00e7\u00e3o \u00e9 tradicional, mas a fermenta\u00e7\u00e3o \u00e9 interrompida sobrando um a\u00e7\u00facar residual no vinho, que deixa o vinho naturalmente doce. Para matar as leveduras, que s\u00e3o um tipo de fermento que transforma o a\u00e7\u00facar da uva em \u00e1lcool, o en\u00f3logo adiciona ao vinho uma aguardente bem forte no tanque de fermenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa t\u00e9cnica de fortifica\u00e7\u00e3o foi criada pelos negociantes ingleses no s\u00e9culo XVII para garantir a qualidade dos vinhos quando chegassem na Inglaterra. Na \u00e9poca, a fermenta\u00e7\u00e3o era feita sem controle algum de temperatura e os vinhos, que n\u00e3o estavam totalmente estabilizados, chegavam muito adstringentes em seu destino.<\/p>\n<p>O sucesso do Vinho do Porto foi t\u00e3o grande, que passou a ser praticamente o \u00fanico vinho produzido no Douro por s\u00e9culos. Os vinhos tintos e brancos da regi\u00e3o come\u00e7aram a ganhar protagonismo recentemente, mas, em uma hist\u00f3ria mete\u00f3rica, j\u00e1 figuram entre os grandes vinhos do mundo.<\/p>\n<p>Os melhores tintos s\u00e3o geralmente encorpados e potentes, com aromas de frutas bem maduras e taninos potentes, mas que ficam redondos e macios pela intensidade das notas de fruta.<\/p>\n<p>Os brancos s\u00e3o produzidos em menores quantidades \u2013 principalmente porque a grande maioria das vinhas plantadas s\u00e3o de variedades tintas \u2013 mas mostram um imenso potencial, com um frescor que desafia o calor da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o do Douro tem visto tamb\u00e9m o surgimento de vinhos mais leves e gastron\u00f4micos, ideais para serem bebidos apreciando a paisagem montanhosa que cerca os meandros do rio Douro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Regi\u00e3o Bairrada<\/strong><\/h2>\n<p>A Bairrada \u00e9 uma regi\u00e3o costeira no centro-norte de Portugal de enorme import\u00e2ncia hist\u00f3rica, elaborando vinhos desde a expuls\u00e3o dos mouros no s\u00e9culo X. Os vinhos da Bairrada eram famosos por sua pot\u00eancia e cor profunda.<\/p>\n<p>Os vinhos eram bastante apreciados no s\u00e9culo XVIII em Portugal e na Inglaterra e, uma parte consider\u00e1vel da produ\u00e7\u00e3o, era misturada aos Vinhos do Porto. Quando o Marqu\u00eas de Pombal delimitou a regi\u00e3o do Douro, em 1756, ordenou que os vinhedos da Bairrada fossem todos arrancados para evitar que os vinhos da regi\u00e3o continuassem a fazer parte dos Vinhos do Porto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Caracter\u00edsticas dos vinhos da regi\u00e3o da Bairrada<\/strong><\/h3>\n<p>A ordem do Marqu\u00eas de Pombal, mencionada anteriormente, foi um grande golpe na produ\u00e7\u00e3o de vinhos da regi\u00e3o que levou mais de dois s\u00e9culos para retomar o rumo. A regi\u00e3o passou a elaborar espumantes usando o mesmo m\u00e9todo de Champagne \u2013 o Espumante da Bairrada \u2013 famoso por combinar muito bem com a famosa receita de leit\u00e3o da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A acidez do espumante corta a gordura da carne su\u00edna, deixando o prato mais leve e palat\u00e1vel. At\u00e9 os anos 1980, quase todos os vinhos tintos, brancos e rosados produzidos na regi\u00e3o eram feitos por grandes cooperativas, que vinificavam as uvas compradas de pequenos produtores.<\/p>\n<p>Eram vinhos de baixa qualidade, que inclu\u00edam um famoso rosado adocicado. Lu\u00eds Pato revolucionou os vinhos da Bairrada, liderando um grupo de produtores artesanais que passou a produzir vinhos da mais alta qualidade.<\/p>\n<p>Lu\u00eds Pato controlou a quantidade de uvas produzidas por parreira e vinificou a uva Baga de uma maneira mais delicada, elaborando vinhos que logo passaram a figurar nas listas dos melhores do pa\u00eds por toda a imprensa especializada.<\/p>\n<p>Os brancos, principalmente os elaborados com a uva Maria Gomes, s\u00e3o verdadeiras pechinchas: frescos, arom\u00e1ticos e f\u00e1ceis de gostar. A Bairrada \u00e9 uma regi\u00e3o plana e f\u00e1cil de ser cultivada. O clima \u00e9 temperado e influenciado pelo oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>Nos ver\u00f5es as temperaturas s\u00e3o bastante altas, enquanto os invernos s\u00e3o frescos e chuvosos \u2013 ideais para o cultivo de uvas. Os solos argilo-calc\u00e1rios permitem que a uva Baga possa expressar todas as suas qualidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Regi\u00e3o do D\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>O D\u00e3o \u00e9 fonte de alguns dos mais elegantes e minerais vinhos de Portugal. A regi\u00e3o, logo abaixo do Douro e vizinha da Bairrada, \u00e9 cercada por uma cordilheira de granito que a protegem da influ\u00eancia do oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>As altitudes podem ser elevadas, chegando a mais de 1.000 metros na Serra da Estrela. Os ver\u00f5es s\u00e3o quentes, enquanto os invernos s\u00e3o longos e chuvosos. Os solos arenosos e de granito t\u00eam uma \u00f3tima drenagem, fator favor\u00e1vel para as plantas na \u00e9poca chuvosa, mas que pode deixar o solo sem reserva de \u00e1gua para as videiras nos anos de ver\u00f5es mais quentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Caracter\u00edsticas dos vinhos da regi\u00e3o do D\u00e3o<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p>A regi\u00e3o do D\u00e3o tem um longo hist\u00f3rico de vinhos de alta qualidade, tendo sido escolhido por D. Henrique no banquete antes da conquista de Ceuta um vinho desta regi\u00e3o. Durante o governo de Salazar, foram criadas cooperativas e decretada uma lei que obrigava os produtores a vender suas uvas exclusivamente para estas cooperativas.<\/p>\n<p>Este regime, que prejudicou muito a qualidade dos vinhos produzidos na regi\u00e3o, s\u00f3 mudou em 1989, quando Portugal ingressou na Comunidade Europeia. Desde ent\u00e3o, houve um impressionante renascimento da regi\u00e3o, que hoje \u00e9 fonte de alguns dos melhores vinhos do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A grande maioria dos vinhos do D\u00e3o s\u00e3o tintos. \u00c9 uma das regi\u00f5es portuguesas que produz diversos vinhos varietais, oferecendo alguns dos melhores exemplos de Touriga Nacional, Jaen, Tinta Roriz e Alfrocheiro.<\/p>\n<p>Alguns dos melhores produtores mesclam estas uvas com uma parcela de diversas outras uvas de vinhas velhas. S\u00e3o vinhos apaixonantes, que combinam aromas perfumados com uma not\u00e1vel eleg\u00e2ncia. \u00c9 talvez na regi\u00e3o do D\u00e3o que a uva Touriga Nacional atinje seu m\u00e1ximo potencial.<\/p>\n<p>Com taninos sedosos, sofisticado aroma de violetas e grande eleg\u00e2ncia, s\u00e3o vinhos de grande requinte, que certamente est\u00e3o entre as estrelas de Portugal. Os melhores vinhos podem envelhecer por d\u00e9cadas, oferecendo algumas das melhores rela\u00e7\u00f5es, qualidade\/ pre\u00e7o do Velho Mundo.<\/p>\n<p>Os brancos, embora elaborados em pequenas quantidades, est\u00e3o entre os maiores achados de Portugal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Regi\u00e3o da Alentejo<\/strong><\/h2>\n<p>A regi\u00e3o do Alentejo, no sul de Portugal, engloba quase 1\/3 do territ\u00f3rio portugu\u00eas. Os vinhos alentejanos est\u00e3o entre os favoritos dos en\u00f3filos brasileiros. Ricos, encorpados e cheios de fruta \u2013 mesmo os de pre\u00e7o mais modesto \u2013 oferecem uma alternativa interessante para quem gosta da opul\u00eancia dos vinhos do Novo Mundo e quer se aventurar com alguns r\u00f3tulos do Velho Mundo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 uma das poucas regi\u00f5es em que \u00e9 poss\u00edvel achar vinhos varietais, elaborados com uvas internacionais como a Syrah ou a Cabernet Sauvignon. A regi\u00e3o do Alentejo \u00e9 dividida em 8 sub-regi\u00f5es: Portalegre, Borba, \u00c9vora, Redondo, Reguengos, Granja-Amareleja, Vidigueira e Moura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Solo e clima da regi\u00e3o do Alentejo<\/strong><\/h3>\n<p>Todas as regi\u00f5es, salvo Portalegre, t\u00eam caracter\u00edsticas semelhantes, com solos de xisto, argila ou granito, topografia relativamente plana e de f\u00e1cil cultivo, clima mediterr\u00e2neo, seco com e temperaturas altas, que no ver\u00e3o podem exceder os 40C. A exce\u00e7\u00e3o \u00e9 a Serra de Mamede em Portalegre: mais fresca, solos com alta concentra\u00e7\u00e3o de granito e que podem originar vinhos de \u00f3timo requinte.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o do Alentejo \u00e9 importante para o mundo do vinho n\u00e3o apenas pelos tintos e brancos produzidos ali. \u00c9 nesta regi\u00e3o que s\u00e3o produzidas mais da metade das rolhas usadas em todo o mundo.<\/p>\n<p>Uma \u00e1rea historicamente de grandes fazendas, que dividem os milhares de sobreiros \u2013 \u00e1rvore cuja a casca \u00e9 retirada e utilizada para a produ\u00e7\u00e3o de corti\u00e7a \u2013 com a planta\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e diversas outras culturas.<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o da economia de escala das grandes propriedades com a topografia plana, faz do Alentejo uma boa fonte de vinho de pre\u00e7o baixo, embora os melhores vinhos da regi\u00e3o, assim como em qualquer outra parte do mundo, v\u00eam das vin\u00edcolas de produ\u00e7\u00e3o artesanal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Regi\u00e3o do Vinho Verde<\/strong><\/h2>\n<p>A regi\u00e3o de Vinho Verde faz fronteira com o Douro, o D\u00e3o e a Bairrada e \u201csobe\u201d para o norte, at\u00e9 a fronteira da Espanha. O nome \u201cVinho Verde\u201d tem duas explica\u00e7\u00f5es que n\u00e3o tem nada a ver com a cor dos vinhos ali produzidos: a primeira se refere a vinhos para serem bebidos ainda jovens, com o \u201cverde\u201d sendo usado como o oposto de \u201cmaduro\u201d.<\/p>\n<p>A segunda \u00e9 uma refer\u00eancia \u00e0 paisagem da regi\u00e3o, que \u00e9 repleta de matas. Os Vinhos Verdes tradicionais s\u00e3o bastante frescos e leves \u2013 tanto os brancos quanto os tintos. Eles s\u00e3o vinhos simples e f\u00e1ceis de beber, elaborados em lagares abertos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Caracter\u00edsticas do vinho verde <\/strong><\/h3>\n<p>Os vinhos s\u00e3o engarrafados bem cedo, logo ap\u00f3s a fermenta\u00e7\u00e3o malol\u00e1tica, conservando um lev\u00edssimo frisante desta segunda fermenta\u00e7\u00e3o. Este toque de g\u00e1s carb\u00f4nico \u00e9 chamado de \u201cagulha\u201d. Os vinhos brancos acompanham muito bem aperitivos e frutos-do-mar.<\/p>\n<p>O tinto, que deve ser servido resfriado, \u00e9 uma das melhores companhias para a tradicional sardinha portuguesa. A regi\u00e3o de Mon\u00e7\u00f5es e Melga\u00e7o, no norte da denomina\u00e7\u00e3o, produz vinhos mais s\u00e9rios. A estrela \u00e9 a uva Alvarinho, que d\u00e1 origem a brancos frescos, secos e minerais.<\/p>\n<p>Embora a maioria dos vinhos seja vinificada sem passagem por barricas, os vinhos mostram uma grande profundidade, com um estilo bastante diferente dos Vinhos Verdes brancos mais simples.<\/p>\n<p>Para saber mais, voc\u00ea tamb\u00e9m pode acompanhar o v\u00eddeo na \u00edntegra, acessando abaixo, e para assistir outros v\u00eddeos, confira playlist <a href=\"https:\/\/youtube.com\/playlist?list=PLqRFcQsJQJdTM-xGVsKztCmrdN5lgB0AV&amp;feature=shares\">Aprendendo com a Mistral<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Vinhos:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Graham&#8217;s Fine Ruby &#8211; C\u00f3digo 1390<\/li>\n<li>Graham&#8217;s 10 years old tawny &#8211; C\u00f3digo 1393<\/li>\n<li>Vinhas Velhas Tinto DOC Bairrada &#8211; C\u00f3digo 35005<\/li>\n<li>Carrocel 2007 \u2013 Magnum &#8211; C\u00f3digo 19691<\/li>\n<li>Quinta De Saes Tinto &#8211; C\u00f3digo 35545<\/li>\n<li>Quinta da Fonte Souto DOC &#8211; C\u00f3digo 32289<\/li>\n<li>Coelheiros Tinto DOC &#8211; C\u00f3digo 35718<\/li>\n<li>Tapada de Coelheiros Garrafeira &#8211; C\u00f3digo 35721<\/li>\n<li>Alvarinho Soalheiro DOC &#8211; C\u00f3digo 35732<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Embora seja um pa\u00eds pequeno, com apenas 200km de largura e 600 de comprimento, Portugal conta com uma imensa diversidade de regi\u00f5es produtoras de vinho, oferecendo uma grande variedade de estilos de vinhos que vai dos leves Vinhos Verdes aos potentes e encorpados Vinhos do Porto. 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